Amamentação: bom para o bebê e para a mãe

Amamentar é como se chama o ato em que a mãe dá ao bebê o primeiro alimento da vida. Para alguém que acaba de nascer, nenhum alimento traz os mesmos benefícios do leite materno.

É verdade que ele tem nutrientes que continuarão importantes pelo resto da vida, como proteínas, vitaminas e sais minerais. Mas não é só isso: o leite também carrega substâncias que diminuem o risco de doenças causadas por micróbios. E é isso que o faz único.

Outras vantagens para o bebê são:

  • fácil digestão, que o leva a mamar com mais frequência;
  • redução de gases no intestino;
  • prevenção de anemia e diarreia;
  • evitar transtornos mentais;
  • menor risco de diabetes e de problemas de peso e de coração;
  • sempre estar pronto para o consumo e na temperatura ideal;
  • prevenção de alergias.

A orientação do OMS, do Unicef e do Ministério da Saúde é que o consumo do leite vá até os dois anos do bebê. Nos primeiros seis meses de vida, ele deve ser o único alimento.

Bom para a mãe também

Mas a amamentação faz bem também para a própria mãe. Um conjunto de estudos feitos em vários países diferentes entre 1986 e 2009 apontou que a mulher que dá leite ao bebê tem menos risco de doenças do coração. Além disso, o leite ajuda a diminuir a perda de sangue depois do parto, que pode causar anemia, câncer de mama e de ovário. Outros benefícios são:

  • perda mais rápida de peso;
  • ossos mais fortes;
  • evitar uma nova gravidez, indesejada;
  • dormir mais rápido e por mais tempo, além de não precisar se levantar para amamentar;
  • aumento da ligação afetiva entre mãe e filho;
  • economia de dinheiro, por não precisar comprar leite artificial;
  • mudanças no cérebro, que estimulam a inteligência.

Por isso, se vai ser mãe, não fique de fora. Conte com o HMAM e tire suas dúvidas!

Fontes de referência: Aleitamento.com, VivaBem, Sociedade Goiana de Pediatria, Tua Saúde, Medela

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