Cuidados com a cabeça frágil do bebê

Nos primeiros meses de vida, a cabeça do bebê tem uma parte que ainda não está coberta por ossos. Essa parte é a fontanela, a popular moleira. Vamos ver quais os cuidados a se tomar com essa parte mole da cabeça.

Primeiro, vamos ver para que servem as moleiras. Elas ajudam o bebê a sair do corpo da mãe e permitem que o cérebro cresça bem. Em geral, existem duas delas. A principal fica na parte de trás da cabeça, enquanto a menor está na frente.

Devido à falta de ossos, o recém-nascido fica mais frágil. Mesmo um leve trauma pode trazer uma lesão. Daí a necessidade de se ter tanto cuidado com a cabeça do bebê.

No estado ideal, a moleira tem forma plana quando o bebê está deitado e depressões leves quando está de pé. Ela pode ter pulsações, parecidas com as batidas do coração. Isso é normal: é um sinal da frequência cardíaca do bebê.

A primeira medida vem no banho do bebê. É preciso evitar apertar a cabeça e fazer movimentos bruscos. Mas jamais deixar de lavar.

Consultar o médico também ajuda

O pediatra deve examinar a cabeça do bebê logo que nasce e também nas consultas mensais. Isso ajuda a conferir se há alguma doença e, se houver, iniciar o tratamento precoce.

Por exemplo, se a moleira estiver muito grande, pode haver hipotireoidismo. Se estiver muito pequena, pode ser microcefalia. Muito funda, o bebê pode estar desidratado. E, se estiver muito alta, pode ser um sinal de pressão elevada na cabeça, como em um sangramento ou infecção.

Mas há situações em que é normal ter variações na fontanela. Entre elas, o choro, a ida ao banheiro e horas mais tranquilas, como a do sono.

Quando ligar o sinal de alerta?

As alterações mais preocupantes são aquelas na tensão da cabeça do bebê- ou seja, se ela estiver muito funda ou alta. Se isso acontecer, é necessário comunicar ao médico o quanto antes. Pode haver alguma doença a se tratar tão logo quanto possível.

Os ossos da cabeça do bebê se formam, em média, do 7º ao 12º mês de vida. Se começarem muito cedo, pode ser um sinal de alterações no desenvolvimento cerebral da criança.

É por isso que é tão importante consultar o pediatra a cada mês, até um ano de vida. Avaliar e medir a cabeça do bebê faz parte dessas consultas.

Pronto! Agora, se for visitar um bebê e lhe pedirem para tomar cuidado com a cabeça dele, você já sabe por quê.

Fonte de referência: VivaBem, Minha Vida

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