Todo ano, no dia 28 de maio, o mundo se une em torno de uma causa urgente e necessária: a saúde da mulher.
No Brasil, a data também é reconhecida como o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, um lembrete de que ainda há muito a avançar quando o assunto é garantir assistência de qualidade, acesso a serviços e cuidado contínuo para todas as mulheres — em todas as fases da vida.
No Hospital Maternidade Alto Maracanã (HMAM), essa data reforça o nosso compromisso diário: oferecer saúde com excelência, acolhimento e respeito à história de cada mulher que nos procura.
Uma data com história e um propósito claro
O movimento pelo direito à saúde da mulher ganhou força internacional em 1984, durante o IV Encontro Internacional Mulher e Saúde, realizado na Holanda. Naquela ocasião, os alarmantes índices de morte materna chamaram a atenção do mundo para as lacunas existentes na pesquisa e na assistência à saúde feminina.
Desde então, organizações, ativistas e profissionais de saúde de todo o mundo se mobilizam para que o acesso a serviços de saúde sexual, reprodutiva e materna seja reconhecido como um direito humano fundamental e não um privilégio.
O tema do Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher em 2026 é:
“Essencial, Não Opcional: Fortalecendo os Sistemas de Saúde para Defender os Direitos à Saúde e a Justiça Sexual e Reprodutiva em Tempos de Policrise”.
A mensagem é direta: em meio a crises econômicas, ambientais e sociais, a saúde da mulher não pode ser deixada em segundo plano.
Por que a mortalidade materna ainda é um desafio?
Dados globais são impactantes: todos os dias, mais de 700 mulheres morrem por causas relacionadas à gravidez e ao parto que poderiam ter sido evitadas.
No Brasil, estima-se que entre 40% e 50% das mortes maternas são evitáveis.
O que leva a esse cenário? Alguns dos principais fatores são:
- Atraso no reconhecimento de sinais de risco durante a gestação ou puerpério;
- Dificuldade de acesso ao serviço de saúde em tempo hábil;
- Falta de acompanhamento pré-natal adequado e contínuo;
- Desigualdades sociais e regionais que determinam quem tem acesso a uma assistência de qualidade.
A mortalidade materna é, antes de tudo, uma questão de gênero e de equidade social. Ela afeta de forma desigual mulheres em situação de vulnerabilidade, e evidencia que acesso à saúde ainda não é uma realidade para todas.
O que faz a diferença: o acompanhamento regular
A boa notícia é que, com acompanhamento adequado, grande parte dessas mortes pode ser prevenida. E não se trata apenas da gestação: o cuidado com a saúde da mulher é contínuo, e começa muito antes de uma gravidez.
O pré-natal bem conduzido permite identificar e tratar precocemente condições como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, infecções e anemia — problemas que, sem tratamento, podem se tornar graves.
Mas além da gestação, há um espectro amplo de cuidados essenciais que toda mulher merece ter acesso:
- Consultas ginecológicas regulares, incluindo exames preventivos como o Papanicolau;
- Acompanhamento no climatério e na menopausa, fase que exige atenção específica à saúde hormonal, óssea e cardiovascular;
- Saúde mental, reconhecendo que o bem-estar emocional é parte integrante da saúde integral;
- Dignidade menstrual e orientações sobre ciclo reprodutivo;
- Atenção em situações de violência, com acolhimento e encaminhamentos adequados.
O papel do HMAM no cuidado à saúde da mulher
No Hospital Maternidade Alto Maracanã, o cuidado com a saúde feminina vai além do atendimento obstétrico.
Somos uma referência regional comprometida com a integralidade — o que significa que acompanhamos a mulher em diferentes momentos da sua vida, sempre com profissionais qualificados e um ambiente de acolhimento genuíno.
Nossa estrutura contempla serviços voltados a:
- Acompanhamento pré-natal e puerperal completo, desde os primeiros sinais de gestação até o período pós-parto;
- Assistência ao parto com segurança, humanização e respeito às escolhas da paciente;
- Atenção ginecológica, incluindo rastreamento de doenças, acompanhamento de alterações hormonais e prevenção de cânceres ginecológicos;
- Saúde da mulher ao longo do ciclo de vida, com atenção às particularidades de cada fase — da adolescência à menopausa.
Acreditamos que inovar no cuidado significa, acima de tudo, tratar cada mulher como única, com dignidade e atenção personalizada.
Se há algo que o 28 de maio nos convida a refletir é que o cuidado com a saúde não deve ser adiado.
Muitas mulheres deixam as consultas de rotina em segundo plano pelas demandas do cotidiano, mas a prevenção é sempre o melhor caminho.
Você se lembra da sua última consulta ginecológica?
E do seu último exame preventivo?
No HMAM, estamos aqui para acolher você em todas essas etapas. Porque acreditamos que toda mulher merece uma saúde cuidada, respeitada e acessível.
Entre em contato com o HMAM para agendar sua consulta e conhecer nossos serviços. Cuidar de você é o nosso compromisso.
